terça-feira, 11 de agosto de 2009

Tabela das etnias da Grande São Paulo

Para quem não sabe temos muitos indígenas vivendo na Grande São Paulo, algumas etnias são daqui mesmo e outras migraram de outros estados. Portanto, estamos colocando uma tabela atualizada das etnias que vivem atualmente por aqui.

Tabela das etnias da Grande SP (52 etnias): Aranã, Atikum, Baniwa, Cinta Larga, Fulni-ô, Geripankó, Guajajara, Guarani Kaiowá, Guarani Mby’a, Guarani Nhamdeva, Kaimbé, Kaingang, Kalapalo, Kambiwá, Kamayurá, Kanela, Kantaruré, Kapinawá, Karajá, Kariri, Kariri – Xocó, Katokim, Kaxinawá, Kayabi, Kayapó, Krenak, La Klãnõ, Macuxi, Munduruku, Mura, Nhambiquara, Pankará, Pankararé, Pankararu, Pataxó, Pataxó Hã Hã Hãe, Potiguara, Puri, Tapeba, Terena, Ticuna, Tremembé, Truká, Tukano, Tuxá, Tuyuka, Wassu Cocal, Xavante, Xerente, Xukuru de Ororubá (Pesqueira - Pernambuco), Xukuru – Kariri, Yanomami.
Fonte: Tabela das etnias da Grande São Paulo – Projeto “Índios na Cidade” – ONG Opção Brasil – última atualização: agosto de 2009.

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Gualberto Terena fala sobre a RED YES

Nesta segunda - feira (03/08) a Opção Brasil recebeu a visita de Samuel González, presidente da Fundación E, localizada no México e especializada em empregabilidade juvenil. Ele também coordena aqui na América Latina a Red Yes, na qual desde essa data, fazemos parte também.
E para celebrar este dia tão importante para nós, chamamos alguns amigos e parceiros nossos, entre eles o nosso amigo indígena Gualberto Terena, que nos relata o que achou deste dia tão especial.

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sexta-feira, 31 de julho de 2009

Conferências de Educação no Estado de São Paulo

Nós da Opção Brasil defendemos a lei 11645 que se refere a inclusão obrigatória na rede de ensino a temática História e Cultura Afro - brasileira e Indígena. Portanto, estamos participando, juntamente com os indígenas, de conferências de educação que estão acontecendo em vários pontos e datas na cidade de São Paulo. Abaixo segue a lista com os locais e datas, gostaríamos de contar com a presença de vocês.

- 31/07 e 01/08 - Campinas e mais 90 cidades da região;
- 13/08 - São Bernardo do Campo;
- 16 e 17/08 - São Paulo (Capital);
- 21 e 22/08 - Guarulhos e Alto Tietê

Para mais informações ou dúvidas entrem em contato: contato@opcaobrasil.org.br

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Confiram o lançamento do livro Curumim Poranga








Olá pessoal!!!
Ontem, dia 19/07, foi o lançamento Curumim Poranga da escritora e amiga de nossa ONG, Neli Guiguer. Quem não pôde ir perdeu uma bela apresentação, mas poderá conferir um poquinho nas fotos aqui no Blog.


Abraços à todos e não esqueçam de deixar seus comentários.

sexta-feira, 17 de julho de 2009

Entrevista com a Ava, Josimar e Flávia

Olá pessoal!!!

Ouçam a entrevista feita com a Ava e Flávia da etnia Fulni-ô e Josimar da etnia Pankararé. Aqui cada um conta um pouco da sua história de vida e como se sentem vivendo na cidade sendo indígenas.
Deixem seus comentários.

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Lançamento do livro "Curumim Poranga"

O projeto.

Projeto Índios na Cidade

O Projeto “Índios na Cidade”, da ONG Opção Brasil, sob a coordenação de Marcos Júlio Aguiar, consiste em refletir, e agir, em torno da demanda de homens e mulheres indígenas que vivem na cidade; os aldeados e principalmente os que estão fora de suas aldeias.

O início deu-se em 1998, quando ainda não tinha o nome que tem hoje e era realizado por um grupo de voluntários da Pastoral Universitária da Diocese de Santo André. Em 2000, o Projeto saiu da pastoral e passou a ser exclusivamente um trabalho voluntário. Em 2001, assume seu nome atual e em 2002 ele passa a pertencer à ONG Opção Brasil.

Em todo este período de atuação junto ao Povo Indígena das cidades, foi constatado o seguinte: a realidade destes indígenas que vivem fora de suas aldeias e dentro das cidades é bem pouco ou nada trabalhada pelos poderes públicos locais e pelas entidades indigenistas. Por este e outros motivos, o Projeto “Índios na Cidade” também consiste em:

* Visitar os indígenas e suas famílias que vivem nas cidades, tanto em periferias como nos meio rurais e urbanos, e promover reuniões, encontros e reflexões com eles para discutir suas necessidades;

* Apontar caminhos que ajudem a diminuir a exclusão que o povo indígena vive das cidades, assim como denunciá-la sempre que necessário. Não substituir o papel do poder público responsável por essa questão;

* Buscar quebrar estereótipos, preconceitos e paradigmas errôneos que costumam ser associado ao indígena e sua essência;

* Procurar levar à sociedade em geral, e nos âmbitos civil, público e privado que o indígena que está na cidade não deixa de ser índio, pois isso faz parte de sua essência, fazendo com que ele seja reconhecido como é (costumes, cultura, modo de ver a vida, entre outros) e não como esta quer que ele seja;

* Fazer também com que o indígena que está na cidade enxergue e reconheça a sociedade que o envolve e que, através deste reconhecimento, consiga conquistar seus espaços, abrir seus caminhos, ter seus direitos preservados e realizar seus deveres;

* Buscar oferecer meios para que esses indígenas possam manter sua cultura mesmo vivendo em cidades e longe de suas aldeias. E nos casos dos indígenas que se distanciaram de sua cultura, procurar trabalhar o resgate de seus valores e de sua auto-estima;

* Apoiar, de forma coerente, as formas de manifestação a favor do povo indígena (abaixo assinados, formação de associações indígenas, encontros indígenas, moções etc.) e disseminá-las na sociedade. Apoiar também projetos propostos pelos indígenas;

* Envolver os indígenas em outros projetos da ONG Opção Brasil, como os de juventude e meio ambiente;

* Fazer o que chamamos de política de “ocupação de espaços”: sempre que houver oportunidade, trazer o indígena para mostrar seu trabalho. Exemplos: envolver o indígena em conferências de saúde; se houver espaço para comercialização em eventos de participação da ONG, dar oportunidade para que indígena comercialize seus produtos; dar oportunidade também para que o indígena leve informações acerca de sua cultura e sabedoria para professores da rede de ensino e para outros profissionais, valorizando sempre a população indígena local (de determinado bairro, cidade ou região);

* Propor espaços de reflexão acadêmica, de encontro, de ritual, sobre o tema “Indígenas que vivem em cidades”;

* Refletir e trabalhar em busca de políticas públicas para os indígenas que vivem em cidades;

* Nunca falar em nome dos Povos Indígenas, mas falar sempre em nome do trabalho que realizamos. Procurar também abrir espaços para que os indígenas tenham voz e vez.

Em nossa atuação, já atendemos milhares de indígenas, colaborando nas mais diferentes formas (doação assistencial, projetos de educação e cultura e de fomento, transporte, saúde, articulação política indígena, entre outros). E também devido ao nosso grande volume de trabalho necessitamos de auxílio.